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quinta-feira, 26 de novembro de 2020

Os deuses Morrem

 Os deuses morrem, e os sepulcros comprovam isso...

Maradona
Imagem: Unsplash


Pr. Cleber Montes Moreira

 

O Jornal francês “L’Eequipe” publicou neste dia 26 de novembro: “Deus está morto”1. Os deuses morrem, inclusive os “imortais”. Quando morre um deus, morre também a alegria, a fé e a esperança de seus fiéis. Esta verdade ganhou destaque na publicação do Jornal Extra, intitulada: “Igreja Maradoniana convoca ‘culto’ para se despedir de Maradona.”2 Já o Metrópolis grafou: “Fiéis de luto”3 — sim, fiéis de luto pela morte de seu deus.

 

Maradona era um deus. De fato, com a sua morte ele conseguiu algo que só um ser divino poderia realizar: contrariando as leis naturais ele anulou, ainda que apenas pelo período de seu funeral, o perigo mortal que fez com que o governo argentino adotasse as regras mais rígidas possíveis para o enfrentamento do coronavírus. Tanto que os jornais exibem hoje imagens de pessoas aglomeradas, algumas de máscaras, outras sem, ao redor da Casa Rosada onde as autoridades esperam cerca de um milhão de pessoas — talvez bem mais — para o velório de seu ídolo.

 

O craque argentino está certamente entre os dois ou três maiores jogadores de futebol da história. Com a bola um gênio, sem ela um ser falho, um pecador, um mortal… Para a morte não há reis, príncipes, nem deuses.

 

Os deuses morrem. Morrem porque são deuses, feitos assim pelos homens. Como seres criados, os deuses são à semelhança de seu criador. “Aos homens está ordenado morrerem uma vez,” e também aos deuses, “vindo depois disso o juízo” (Hebreus 9:27). Sim, também os deuses terão que prestar contas a Deus, àquele “que tem, ele só, a imortalidade”, “ao Rei dos séculos, imortal, invisível, ao único Deus”, diante do qual todo joelho se dobrará (1 Timóteo 1:17; 6:16; Romanos 14:11; Filipenses 2:10).

 

Os deuses morrem, e os sepulcros comprovam isso, mas Deus é eterno. Quem adora um deus um dia estará de luto, ou, se partir antes, perdido eternamente, mas os que adoram ao Senhor não serão confundidos, nem envergonhados, pois Ele é eterno.

 

Se o seu “deus está morto”, saiba que “Jesus Cristo é o mesmo, ontem, e hoje, e eternamente” (Hebreus 13:8); Ele “é o verdadeiro Deus e a vida eterna” (1 João 5:20). Pense nisso!



1 https://www.lequipe.fr/abonnement/kiosque/le-journal/ab2ba183-ce7b-4c28-882d-006475cc446d (em 26 de novembro de 2020)

2 https://extra.globo.com/noticias/page-not-found/igreja-maradoniana-convoca-culto-para-se-despedir-de-maradona-24764748.html (em 25 de novembro de 2020).

3 https://www.metropoles.com/esportes/futebol/fieis-de-luto-reveja-historia-da-igreja-de-maradona-da-argentina (em 25 de novembro de 2020)


quinta-feira, 24 de setembro de 2020

Mamãe ou Papai?

 “Destruirei a sabedoria dos sábios, e aniquilarei a inteligência dos inteligentes.” (1 Coríntios 1:19)

mamãe ou papai

Opinião


Pr. Cleber Montes Moreira


A Revista Crescer publicou, no dia 23 de setembro, com base numa entrevista com a enfermeira Aline Oliveira, matéria intitulada “Homem trans descobre gravidez de gêmeos com cinco meses”1. No texto o uso de “ele”, “dele”, “o gestante”, “o paciente” etc., segue a tendência do “politicamente correto” como padrão quase universal adotado pela imprensa. Em certo momento a entrevistada, tratando sobre a decisão “do gestante” por ficar com os bebês, após desistir de entregá-los para adoção, diz: “É legal o posicionamento dele, ele diz que não vai ser mãe, vai ser pai”. Entretanto, logo após escorrega ao afirmar: “Ela disse que não se sente confortável em amamentar e nós percebemos já o incomodo dele com os seios crescendo por causa do leite. É um sofrimento para ele” — a entrevistada começa com “ela”, depois usa os pronomes “dele” e “ele”.

Não trato aqui especificamente sobre o caso deste “grávido” — o debate não é sobre pessoas —, mas sobre a questão da gravidez (indesejada ou não) de “homens trans” como algo que ocorre com certa frequência2, o que demonstra que a negação do sexo biológico afronta a natureza, e ela não deixa barato.

Pense comigo: Como um “homem trans” engravida? Fazendo sexo, obviamente que assumindo na hora do ato o papel de mulher. E como podemos chamar homem alguém que tem vagina, útero, menstrua, engravida, os seios crescem durante a gravidez e é capaz de amamentar? Por mais que a falsa ciência queira negar o padrão de Deus e colaborar na perversão humana, a natureza, seguindo o curso determinado pelo Criador, sempre prega uma peça nos “sabichões” — e assim o Eterno vai destruindo a “sabedoria dos sábios” e aniquilando a “inteligência dos inteligentes”.

Segundo o Dicionário Michaelis Online, homem é “o ser humano do sexo masculino”3, enquanto mulher é “ser humano do sexo feminino”4. É evidente que isso não é uma “construção social”, mas determinação daquele que “homem e mulher os criou” (Gênesis 1:27). Jesus mesmo afirmou: “Porém, desde o princípio da criação, Deus os fez macho e fêmea” (Marcos 10:6), e isso não pode ser mudado — a natureza está aí para provar.


1 https://revistacrescer.globo.com/Gravidez/noticia/2020/09/homem-trans-descobre-gravidez-de-gemeos-com-cinco-meses.html (acessado em 23 de setembro de 2020)

2 No dia 24 de setembro de 2020 fiz uma busca no Google por “homem trans engravida” obtendo “aproximadamente 35.800 resultados”

3 https://michaelis.uol.com.br/moderno-portugues/busca/portugues-brasileiro/homem/

4 https://michaelis.uol.com.br/moderno-portugues/busca/portugues-brasileiro/mulher/

sexta-feira, 19 de junho de 2020

Nova Ordem Mundial: ONU sugere “linguagem neutra” e inclui ‘marido’ e ‘esposa’ em lista de termos ‘indevidos’

Ressignificar termos e implementar um vocabulário “inclusivo” são apenas algumas das estratégias para destruir a família e pavimentar o caminho da Nova Ordem.

ONU


Seguindo a tendência da agenda global, faz alguns anos que dicionários, como o Michaelis, por exemplo, mudaram a definição de “casamento” de “união legítima entre homem e mulher” para “ato solene de união entre duas pessoas”.1 O Dicionário Online da Língua Portuguesa (Dicio) traz “união que, efetuada de modo voluntário e entre duas pessoas, é sancionada de acordo com a lei, dando origem a uma família”, porém, menciona logo abaixo o que considera “uso antigo” do termo: “união entre um homem e uma mulher e sua relação conjugal.”2

O esforço para a desconstrução dos valores judaico-cristãos e do pensamento conservador para a implementação de uma nova ordem inclui várias ações, dentre elas leis que permitam o direito ao “nome social” nos documentos, o ensino da ideologia de gênero nas escolas, a propaganda midiática, o acesso aos tratamentos e cirurgias para mudança de sexo, a descriminalização do aborto e quebra de outros paradigmas contando, inclusive, com financiamento pesado. Organizações como a OMS e a ONU, dentre outras, agem como braço político de um ‘governo global’ ainda invisível para muitos, mas atuante e determinante para a execução deste projeto ideológico.

No dia 18 de maio a Organização das Nações Unidas (ONU) publicou em sua timeline no Twitter: “O que você diz importa. Ajude a criar um mundo mais igual, usando linguagem neutra em termos de gênero, se não tiver certeza sobre o sexo de alguém ou se referir a um grupo”. Abaixo do texto, uma tabela contendo sugestões de palavras que devem ser trocadas por outras de ‘gênero neutro’. Dentre as sugestões, o uso de “cônjuge” em lugar de “marido” e “esposa”. O texto ainda propõe que a palavra “salesman” (vendedor) seja substituída por “salesperson”, trocando o “man” (homem) pelo genérico “person” (pessoa). Da mesma forma, as palavras “mankind”, “chairman”, “congressman”, “businessman”, “fireman”, trocando, assim, os termos tradicionais por termos neutros. O esforço é para tornar o discurso mais “inclusivo”.


 

A desconstrução dos fundamentos basilares da sociedade e a instauração de uma nova ordem passa, imprescindivelmente, pela mudança de pensamento. Tenho repetido que estamos numa guerra e que o terreno a ser conquistado é a mente das pessoas. Nossos valores são formados na mente — convicções, valores morais, conceitos religiosos etc. — e a família tem papel fundamental nisso. É por isso que “os mandamentos, os estatutos e os juízos” dados por Deus deveriam ser ensinados às futuras gerações para que não fossem esquecidos: “E estas palavras, que hoje te ordeno, estarão no teu coração; e as ensinarás a teus filhos e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e deitando-te e levantando-te. Também as atarás por sinal na tua mão, e te serão por frontais entre os teus olhos” (Deuteronômio 6:1,6-8). É assim que Timóteo trazia sempre à memória a “fé não fingida”, a qual habitou primeiro em sua avó Lóide, e em sua mãe Eunice (2 Timóteo 1:5). Não que a fé seja hereditária — ela é uma experiência pessoal —, mas sim que o conhecimento transmitido coopera para a formação de valores (pensamento) e contribui para o surgimento da fé, “de sorte que a fé é pelo ouvir, e o ouvir pela palavra de Deus” (Romanos 10:17). É a partir de quando cremos que em nós é formada a “mente de Cristo” (1 Coríntios 2:16), que se desenvolve na medida da ‘renovação do nosso entendimento’ (Romanos 12:2).

Ressignificar termos e implementar um vocabulário “inclusivo” são apenas algumas das estratégias para destruir a família e pavimentar o caminho da Nova Ordem. Pense nisso!


1 https://michaelis.uol.com.br/moderno-portugues/busca/portugues-brasileiro/casamento/ (acessado em 19 de junho de 2020)

2 https://www.dicio.com.br/casamento (acessado em 19 de junho de 2020)